domingo, 27 de julho de 2014

Conheça 10 coisas que você provavelmente não sabia sobre o cérebro




1 – O cérebro não sente dor
Por não ter receptores para isso, o cérebro não sente dor. É por isso que neurocirurgias podem ser feitas enquanto o paciente está acordado. Aliás, isso ajuda os cirurgiões a manter o controle sobre o procedimento – e não bagunçar funções motoras ou de visão, por exemplo. O que não torna esse tipo de cirurgia algo menos perturbador de se ver…
2 – Há mais de 160 mil quilômetros de vasos sanguíneos no cérebro
Curiosamente, essa estrutura relativamente pequena (que pesa menos de 2 kg) contém um número monstruoso de elementos: 100 bilhões de neurônios, conectados entre si por 100 trilhões de sinapses. Em termos de informação, o cérebro é capaz de armazenar 1.000 terabytes (1 terabyte = 1.024 gigabytes), o equivalente a cinco vezes o conteúdo da Enciclopédia Britânica. Em tempo: nós usamos 100% da capacidade do nosso cérebro, ao contrário do que dizia aquele famoso mito dos 10%.
3 – O cérebro de Einstein foi preservado
Poucas horas depois de sua morte, em 1955, Einstein teve seu cérebro retirado pelo Dr. Thomas Harvey sem autorização da família. O legista simplesmente tomou chá de sumiço e só foi encontrado 23 anos depois por um jornalista persistente. O médico admitiu que ainda estava com o cérebro de Einstein, cortado em 240 partes e preservado em jarros com formaldeído.
4 – Há grandes diferenças entre os dois lados do cérebro
Essa fantástica estrutura é formada por dois hemisférios, sendo um deles mais voltado a pensamentos racionais e analíticos (o esquerdo) e o outro voltado mais para pensamentos conceituais e visuais (o direito). Além disso, eles trabalham de forma “invertida”: se você machuca sua mão direita, a dor é processada pelo hemisfério esquerdo. Curiosamente, você sobreviveria mesmo que perdesse completamente um dos hemisférios (não sei se muito bem).
5 – O cérebro dos homens é 10% maior que o das mulheres
“Ahá! Eu sabia!”, pensaram alguns leitores. Antes de acharem que estão por cima, vale destacar que, embora seja relativamente menor, o cérebro feminino possui mais células nervosas do que o masculino. Além disso, ele realmente tende a priorizar “emoções”, enquanto o dos homens tende a priorizar a “lógica”. Mas o cérebro de homens homossexuais tende a funcionar de maneira mais similar ao de mulheres.
6 – Seu cérebro é mais ativo enquanto você dorme
Durante o sono, nosso cérebro processa intensamente as informações que coletou durante o dia – alguns cientistas acreditam que esse fenômeno é responsável pelos sonhos. Até hoje, ninguém sabe exatamente por que, de fato, sonhamos. Contudo, já foi comprovado que pessoas com QI mais elevado tendem a sonhar mais, e que tirar um cochilo durante o dia pode ajudá-lo a ter mais disposição e foco para trabalhar.
7 – É possível manipular sonhos
Quem assistiu ao filme “A Origem” provavelmente ficou surpreso com a manipulação de sonhos. A ideia, porém, é verdadeira e não é nova: o termo Sonho Lúcido, que descreve o fenômeno, foi criado na década de 1880 pelo psiquiatra alemão Frederik Willem van Eeden – mas só ganhou força quase um século depois, na década de 1960. Hoje em dia, há inúmeros sites e artigos explicando como controlar os próprios sonhos.
8 – Ninguém sabe por que damos risada
O riso é um fenômeno unicamente humano (não, hienas não riem porque acham graça de algo), que começa a partir dos 4 meses de idade. Também é algo “contagioso” e difícil de fingir. Ainda assim, até hoje ninguém descobriu exatamente por que certas situações provocam riso, nem por que nem todo mundo acha graça em uma mesma piada.
9 – Tamanho não importa muito
Seguindo o mesmo raciocínio do item 5, podemos dizer que um cérebro maior não garante, necessariamente, que a pessoa seja mais inteligente. O de Einstein, por exemplo, pesava 1,23 kg (a média para um adulto é de 1,4 kg).
10 – O QI mais alto do mundo é 210
O coreano Kim Ung-yong, nascido em 1962, possui o QI mais alto do mundo. Aos seis meses de idade, já começou a falar. Aos oito, conseguia entender álgebra. Começou a frequentar o curso de física na Universidade de Hanyang aos 4 anos e, quando se formou, foi convidado pela NASA para continuar seus estudos nos EUA.


DÍSSA;)

sábado, 26 de julho de 2014

Tecido Nervoso

Os seres vivos reagem aos estímulos ambientais. Mudanças nas condições do ambiente, tais como sons, choques, calor e frio, são percebidas pelo organismo, que reage adotando uma postura correspondente ao estímulo. Embora sejam os músculos que respondem aos estímulos, é o tecido nervoso o responsável por sua recepção e escolha da resposta adequada.
O tecido nervoso tem origem ectodérmica, nele a substância intercelular praticamente não existe. Os principais componentes celulares são os neurônios e as células da glia.
As células da glia ou neuroglia são vários tipos celulares relacionados com a sustentação e a nutrição dos neurônios, com a produção de mielina e com a fagocitose.
Os neurônios, ou células nervosas, têm a propriedade de receber e transmitir estímulos nervosos, permitindo ao organismo responder a alteração do meio. Os neurônios são alongados, podendo atingir, em alguns casos, cerca de 1 metro de comprimento, como nos neurônios que se estendem desde nossas costas até o pé. São células formadas por um corpo celular ou pericário, de onde partem dois tipos de prolongamento: dendritos e axônio.
Os dentritos são prolongamentos ramificados da célula especializados em receber estímulos, que também podem ser recebidos pelo corpo celular. O impulso nervoso é sempre transmitido no sentido dendrito – corpo – axônio.
Axônio é uma expansão celular fina, alongada e de diâmetro constante, com ramificações em sua porção final, de modo que o impulso pode ser transmitido simultaneamente a vários destinos. É uma estrutura especializada na transmissão de impulsos nervosos para outros neurônios ou para outros tipos celulares, como as células de órgãos efetores (musculares e glandulares).




Outras células do tecido nervoso

Células de Schwann
Certos tipos de neurônios são envolvidos por células especiais, as células de Schwann. Essas células se enrolam dezenas de vezes em torno do axônio e formam uma capa membranosa, chamada bainha de mielina.

A bainha de mielina atua como um isolamento elétrico e aumenta a velocidade de propagação do impulso nervoso ao longo do axônio.
Na doença degenerativa conhecida como esclerose múltipla, por exemplo, ocorre um deterioração gradual da bainha de mielina, resultando na perda progressiva da coordenação nervosa.

Células da glia
O tecido nervoso apresenta outras células auxiliares que dão suporte ao funcionamento do sistema nervoso: são as células da glia ou gliais. Elas digerem em forma e função, cada uma desempenha um papel diferente na estrutura e no funcionamento do tecido nervoso. Os astrócitos dão suporte mecânico e fornecem alimento à complexa e delicada rede de circuitos nervosos. Os oligodendrócitos desempenham função equivalente à das células de Schwann, formando bainhas protetoras sobre os neurônios que ficam no encéfalo e na medula espinhal. As micróglias são um tipo especializado de macrófago cuja função é fagocitar detritos e restos celulares presentes no tecido nervoso.

Transmissão do impulso nervoso
Em um neurônio, os estímulos se propagam sempre no mesmo sentido: são recebidos pelos dendritos, seguem pelo corpo celular, percorrem o axônio e, da extremidade deste, são passados à célula seguinte (dendrito – corpo celular – axônio). O impulso nervoso que se propaga através do neurônio é de origem elétrica e resulta de alterações nas cargas elétricas das superfícies externa e interna da membrana celular.
A membrana de um neurônio em repouso apresenta-se com carga elétrica positiva do lado externo (voltado para fora da célula) e negativa do lado interno (em contato com o citoplasma da célula). Quando essa membrana se encontra em tal situação, diz-se que está polarizada. Essa diferença de cargas elétricas é mantida pela bomba de sódio e potássio. Assim separadas, as cargas elétricas estabelecem uma energia elétrica potencial através da membrana: o potencial de membrana ou potencial de repouso (diferença entre as cargas elétricas através da membrana).
Quando um estímulo químico, mecânico ou elétrico chega ao neurônio, pode ocorrera alteração da permeabilidade da membrana, permitindo grande entrada de sódio na célula e pequena saída de potássio dela. Com isso, ocorre uma inversão das cargas ao redor dessa membrana, que fica despolarizada gerando um potencial de ação. Essa despolarização propaga-se pelo neurônio caracterizando o impulso nervoso.
Imediatamente após a passagem do impulso, a membrana sofre repolarização, recuperando seu estado de repouso, e a transmissão do impulso cessa.
O estímulo que gera o impulso nervoso deve ser forte o suficiente, acima de determinado valor crítico, que varia entre os diferentes tipos de neurônios, para induzir a despolarização que transforma o potencial de repouso em potencial de ação. Esse é o estímulo limiar. Abaixo desse valor o estímulo só provoca alterações locais na membrana, que logo cessam e não desencadeiam o impulso nervoso.
Qualquer estímulo acima do limiar gera o mesmo potencial de ação que é transmitido ao longo do neurônio. Assim, não existe variação de intensidade de um impulso nervoso em função do aumento do estímulo; o neurônio obedece à regra do “tudo ou nada”.
Dessa forma, a intensidade das sensações vai depender do número de neurônios despolarizados e da frequência de impulsos. Imagine uma queimadura no dedo. Quanto maior a área queimada, maior a dor, pois mais receptores serão estimulados e mais neurônios serão despolarizados.
A transmissão do impulso nervoso de um neurônio a outro ou às células de órgãos efetores é realizada por meio de uma região de ligação especializada denominada sinapse.
O tipo mais comum de sinapse é a química, em que as membranas de duas células ficam separadas por um espaço chamado fenda sináptica.
Na porção terminal do axônio, o impulso nervoso proporciona a liberação das vesículas que contêm mediadores químicos, denominados neuro-transmissores. Os mais comuns são acetilcolina e adrenalina.
Esses neurotransmissores caem na fenda sináptica e dão origem ao impulsos nervosos na célula seguinte. Logo a seguir, os neurotransmissores que estão na fenda sináptica são degradados por enzimas específicas, cessando seus efeitos.
No sistema nervoso, verifica-se que os neurônios dispõem-se diferenciadamente de modo a dar origem a duas regiões com coloração distinta entre si e que podem ser notadas macroscopicamente: a substância cinzenta, onde estão os corpos celulares, e a substância branca, onde estão os axônios. No encéfalo (com exceção do bulbo) a substância cinzenta está localizada externamente em relação a substância branca, e na medula espinha e no bulbo ocorre o inverso.
Os nervos são conjuntos de fibras nervosas organizadas em feixes, unidos por tecidos conjuntivo denso.

 Regeneração das fibras nervosas
Assim com as células musculares do coração, os neurônios não se dividem mais depois de diferenciados. Desse modo, se forem destruídos, não são mais repostos. No entanto, os prolongamentos dos neurônios podem, dentro de certos limites, sofrer regeneração, desde que o corpo celular não tenha sido destruído. Quando um axônio é cortado acidentalmente, o que ocorre no caso de ferimentos na pele, a região que fica ligada ao corpo celular é chamada coto proximal, e a que fica separada é chamada coto distal. Este último degenera e é fagocitado pelos macrófagos, que limpam a região lesada. Já o coto próxima cresce e se ramifica. Ao mesmo tempo, células que formam a bainha de mielina do coto distal modificam-se e proliferam, originando colunas celulares que servirão de guia para os ramos que estão crescendo a partir do coto proximal. Quando um desses ramos penetra nessa coluna de células, ele regenera completamente o axônio.

Quando o espaço entre o coto proximal e o distal é muito grande ou quando ocorre uma amputação, os ramos do coto proximal crescem desordenadamente, entrelaçam-se e formam uma estrutura muito sensível à dor, chamada neuroma de amputação.





DÍSSA;)


segunda-feira, 21 de julho de 2014

Volta as aulas!


Bem gente, hoje começou um novo semestre, com novos desafios e novas expectativas. Aqui, agora, vou postar sobre algumas dicas que ajudaram a vocês a seguir este semestre mais ativos, animados e estudiosos.

Let's go!

# Para começar, a organização dos seus estudos depende muito do ano em que você está e da escola em que você estuda. Algumas escolas têm o ensino fortíssimo no ensino médio, já voltado ao vestibular (como a nossa que trás o material do SAS), enquanto outras seguem uma linha mais low profile. Se o seu objetivo é estudar para o vestibular, sugiro que você leia o post que eu (Thais Godinho) escrevi sobre como organizar seus estudos para esse fim.

# Eu sei que é super divertido zoar na escola e existem milhões de coisas importantes acontecendo em paralelo às aulas, mas procure ter um mínimo de concentração para ir bem nas provas. Na verdade, não tem segredo – se você prestar atenção na aula enquanto o professor estiver falando, fizer a lição e der uma estudada mínima todos os dias, as provas acabam se tornando mais fáceis. Uma boa tática é deixar para conversar quando o professor estiver escrevendo na lousa ou quando terminar de fazer algum exercício que ele pediu, mas não converse enquanto ele estiver explicando (isso é muito chato e uma imensa falta de respeito) nem deixe de fazer um trabalho ou exercícios para falar sobre qualquer assunto aleatório. Você terá mil oportunidades para isso – gerencie o seu tempo.

# Sobre a rotina de estudos, eu recomendaria o seguinte: prestar atenção nas explicações do professor, fazer a lição que ele passar, ler o que ele recomendar e dar uma passada na matéria quando chegar em casa. Se algum assunto chamar a sua atenção, procure mais sobre ele na internet ou leia no próprio livro da matéria. Faça anotações. Esclareça as dúvidas no final da aula. Anote pontos-chave durante as aulas para focar neles quando for estudar para as provas. Se você sempre fizer assim, nenhuma matéria acumulará e você nunca ficará desesperado(a) antes das provas.

# Sobre o tempo de estudo, não há uma regra. Assista as aulas, reúna-se com o pessoal para fazer trabalhos e estude um pouco em casa. Cada um tem a sua necessidade de tempo. Na minha época (gente, estou me sentindo a idosa falando desse jeito), eu assistia as aulas de manhã, ia para casa dormir um pouco e depois estudava (igual a "receita" do Hélder) Na maioria dos dias eu ficava à tarde na escola porque fazia parte dos times de futebol, vôlei e handball, então aproveitava os intervalos entre as aulas e os treinos para fazer trabalhos ou estudar a minha cota do dia, ou simplesmente ficar conversando com o pessoal. O bom do ensino médio é que temos tempo para fazer tudo!

# É comum que os professores passem leituras complementares e livros paradidáticos em paralelo às aulas. Leve essas coisas sempre com você e leia sempre quando tiver um tempinho, nem que sejam 15 minutos. Vá eliminando páginas, basicamente isso. Faça anotações em folhas de fichário e deixe-as dobradas dentro do livro, passando para a divisória da matéria quando terminar. Nunca deixe para ler um livro só uma semana antes de entregar o trabalho sobre ele. Isso não é nada organizado!

# Manje os professores. Olha, essa dica vai ser meio polêmica, mas ela é necessária. Quando a gente está no ensino médio, existe muita pressão porque dependemos dos nossos pais e, muitas vezes, não faremos cursinho para entrar numa faculdade. Acredite: o importante é você concluir o ensino médio. Tirar 10 ou 7 nas provas não fará a menor diferença. Claro que, se você tirou 10, provavelmente foi porque estudou e está sabendo mais, o que vai te ajudar na hora do vestibular. Porém, não se cobre tanto. Não precisa fazer o trabalho mais maravilhoso e perfeito do universo. Economize seu tempo. Estude, mas tenha foco. Eu tive um professor que queria simplesmente redações nas questões dissertativas (de biologia!), e 80% da sala iam mal “porque escreviam pouco”. Sabe o que me ajudou? Conhecer os conceitos básicos e treinar redação nas aulas de português! Logo, cada professor tem a sua metodologia e sua forma de fazer provas e trabalhos. Se você tem um professor que exige pouco, faça o suficiente. Especialmente em ano de vestibular, não se preocupe com pequenos detalhes nas matérias. Eu fiquei absolutamente maluca com diversas matérias (especialmente matemática) para usar muito pouco depois no vestibular e menos ainda na faculdade. Meu conselho então é: não se estresse à toa e foque no suficiente. Eu tive um chefe que dizia que “o ótimo é inimigo do bom”, e você sabe o que isso significa? Na prática, que se você se matar de estudar para a prova de Geografia, não vai ter tempo para estudar para a prova de Química, então vale mais a pena dividir o seu tempo e fazer o “bom” para duas que o “ótimo” para somente uma.

# No final de cada ano, dê uma selecionada nos papéis e guarde somente o que for relevante em uma única pasta, que você pode etiquetar como “primeiro ano” ou simplesmente “1″. Quando terminar o ensino médio, você deverá ter três pastas e fazer a seleção para os estudos do vestibular. Quando passar no vestibular, livre-se de praticamente tudo, pois dificilmente você precisará de algo que esteja ali na faculdade (mas há exceções, depende do curso).
Thais Godinho

Fonte: 
Google Imagens




Postado por: Romério Filho


Até a próxima!

quinta-feira, 17 de julho de 2014

LUTO

Sentirei saudades de você, de nossas alegrias, nossas brincadeiras e de todos os momentos que passamos juntos. Descanse em paz, FÉRIAS!